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Hospitais fortalecem cultura de cuidado emocional para quem dedica a vida a cuidar dos outros

O cuidado em saúde envolve, além do conhecimento técnico e da precisão clínica, uma intensa dimensão emocional. Lidar diariamente com dor, sofrimento, perdas e decisões complexas faz parte da rotina de médicos, enfermeiros e equipes assistenciais e tem levado instituições de saúde no mundo todo a ampliar o olhar sobre o que significa promover um ambiente de trabalho verdadeiramente saudável. 

Nesse contexto, a saúde mental dos profissionais vem ganhando espaço como parte estruturante das políticas de bem-estar no setor. Mais do que reagir a situações de crise, hospitais têm incorporado estratégias permanentes de apoio e desenvolvimento emocional como parte de sua cultura organizacional, reconhecendo que cuidar de quem cuida é condição essencial para a sustentabilidade do próprio sistema de saúde. 

Estudos recentes ajudam a dimensionar a relevância do tema. Segundo levantamento citado por Laura Nguyen, autora de Career Break Compass (2023), uma parcela significativa de médicos e enfermeiros relata sintomas de estresse e esgotamento emocional ao longo da carreira. Dados da American Hospital Association também indicam altos níveis de estresse e ansiedade entre profissionais da área. Esses números não apontam apenas para riscos, mas também para a necessidade de que o setor continue evoluindo em práticas de prevenção, apoio e promoção da saúde integral. 

É dentro dessa perspectiva que hospitais têm estruturado políticas e programas voltados ao fortalecimento do bem-estar emocional de seus colaboradores. Em Curitiba, os hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru adotaram, para 2026, uma agenda de saúde integral que combina ações de escuta, capacitação e oferta contínua de recursos de cuidado emocional na rotina de trabalho. 

A programação começa em janeiro com a live Janeiro Branco e Sustentabilidade Emocional: saúde integral no projeto de vida 2026, inserida na campanha Janeiro Branco. O encontro propõe abrir espaço para falar sobre emoções, estimular reflexões sobre autocuidado e apresentar os recursos institucionais disponíveis. A iniciativa busca incentivar os profissionais a reconhecer o cuidado com a saúde mental como uma dimensão legítima da vida profissional. “O reconhecimento de que o trabalho na saúde é emocionalmente exigente é um passo fundamental para que o cuidado deixe de ser invisível. Quando a instituição cria espaços para diálogo, reflexão e apoio, ela sinaliza que a saúde mental importa tanto quanto a física”, afirma a responsável pelo Programa de Qualidade de Vida do Grupo Marista, Luciana de Souza Augusto. 

Entre o cuidado e a construção de soluções  

Ao longo de 2026, os hospitais também irão desenvolver o Projeto Ikigai – Bem-estar com propósito, uma jornada de seis oficinas presenciais que propõe reflexões sobre propósito de vida e trabalho, saúde mental como pilar do bem-estar, sustentabilidade emocional e financeira e manutenção do equilíbrio ao longo do tempo. A proposta é oferecer ferramentas para que os profissionais compreendam melhor seus limites, suas escolhas e suas fontes de sentido, fortalecendo recursos internos para lidar com as pressões do cotidiano. “A saúde mental não se sustenta apenas com intervenções emergenciais, mas também com processos contínuos de cuidado e de autoconhecimento. Criar esse tipo de percurso ajuda as pessoas a se organizarem melhor emocionalmente e a construir relações mais saudáveis com o trabalho”, conclui Luciana.  

Além disso, os hospitais mantêm a oferta de terapias para colaboradores e familiares, facilitam o acesso a atividades físicas e incluem temas como saúde financeira na agenda de bem-estar. A iniciativa reconhece que fatores externos ao ambiente hospitalar — como contexto familiar, social e financeiro — impactam diretamente o equilíbrio emocional. “Quando olhamos para a saúde mental de forma mais ampla, entendemos que ela é resultado de várias dimensões da vida, e não apenas do que acontece dentro do hospital”, finaliza.  

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