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Vacina avança, mas verão mantém dengue e arboviroses em alerta no Brasil 

O verão de 2026 começa com autoridades de saúde em alerta sobre a circulação da dengue e de outras arboviroses no Brasil, como chikungunya e Zika. As altas temperaturas e o aumento das chuvas criam condições favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti, principal vetor dessas doenças, sobretudo em áreas urbanas. 

Mesmo após uma redução pontual no número de casos registrados em determinados períodos de 2025, em comparação com 2024, o volume de notificações permanece elevado e exerce pressão sobre os serviços de saúde nos meses mais quentes do ano. A circulação simultânea de diferentes sorotipos do vírus e a presença de uma parcela significativa da população ainda sem imunidade adequada ampliam o risco de reinfecções e de quadros mais graves. “O cenário neste verão ainda é de atenção elevada. O vírus continua circulando intensamente no Brasil, especialmente nas áreas urbanas, e isso mantém o risco ativo”, afirma a infectologista do Hospital São Marcelino Champagnat, Camila Ahrens. 

Dados do Ministério da Saúde indicam que, nas chamadas semanas epidemiológicas 1 a 9 de 2025 — que correspondem aproximadamente aos meses de janeiro e fevereiro —, foram registrados mais de 490 mil casos prováveis de dengue no Brasil. No mesmo período de 2024, haviam sido notificados cerca de 1,6 milhão de casos, o que representa uma redução de aproximadamente 69% nessa comparação. As semanas epidemiológicas são a forma padronizada adotada pela vigilância em saúde para acompanhar a evolução das doenças ao longo do ano, ao dividir o calendário em períodos de sete dias que permitem comparações entre anos e regiões. 

Apesar da queda nesse intervalo, especialistas alertam que o comportamento da dengue varia ao longo do tempo e depende de fatores como o clima, a circulação viral e o nível de imunidade da população. “A dengue é uma doença de comportamento cíclico. Muitas vezes, a redução de casos reflete apenas uma pausa temporária, e não o fim da transmissão. O mosquito continua presente, o vírus segue circulando e o risco permanece alto”, diz a médica. 

O aumento das temperaturas médias, as chuvas irregulares e a urbanização sem infraestrutura adequada têm ampliado as áreas propícias à transmissão, inclusive em regiões que historicamente registravam poucos casos. Falhas no saneamento básico, acúmulo de lixo e ocupações urbanas desordenadas contribuem para a manutenção de criadouros e para a disseminação do vírus. “Temperaturas mais elevadas e o crescimento urbano sem saneamento criam condições ideais para a transmissão. Hoje, a dengue deixou de ser só um problema sazonal e se tornou um desafio estrutural de saúde pública”, afirma Camila. 

Vacina marca nova etapa 

Em 2025, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a vacina Butantan-DV, desenvolvida pelo Instituto Butantan. Trata-se do primeiro imunizante do mundo contra a dengue em dose única e de produção nacional. A vacina foi autorizada para pessoas de 12 a 59 anos, e a expectativa do governo federal é incorporá-la ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) a partir de 2026. 

Nos estudos clínicos apresentados durante o processo de aprovação, a vacina demonstrou eficácia de cerca de 74,7% contra a dengue sintomática e elevada proteção contra formas graves da doença, o que pode contribuir para a redução de internações e mortes associadas ao vírus. “A vacina é um marco importante porque ajuda a reduzir as formas graves, as internações e as mortes. Mas ela não elimina o risco de infecção nem substitui o combate aos mosquitos. É uma ferramenta essencial dentro de uma estratégia mais ampla”, ressalta a infectologista. 

A especialista reforça que a vacinação deve ser combinada a ações permanentes de prevenção, como a eliminação de recipientes com água parada, o acesso das equipes de vigilância aos domicílios e a busca por atendimento precoce diante de sintomas. Autoridades e pesquisadores também defendem que o sistema de saúde precisa se adaptar à nova dinâmica das arboviroses, marcada por ciclos mais intensos e menos previsíveis, com o fortalecimento da vigilância, da atenção básica e da capacidade de resposta. “O controle da dengue só é possível com ação conjunta e contínua. População e poder público precisam atuar juntos, de forma permanente, e não apenas nos momentos de crise”, conclui. 

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