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Pronto Atendimento

Conheça a classificação de prioridade do nosso Pronto Atendimento:

Emergência

Pacientes cujo atendimento não pode aguardar. O atendimento precisa ser imediato.

Muito urgente

Pacientes que precisam ser atendidos o mais rápido possível. Atendimento em aproximadamente 10 min.

Urgente

Pacientes com necessidade de atendimento rápido, mas que podem aguardar. Atendimento em aproximadamente 30 min.

Pouco urgente

Pacientes que podem aguardar atendimento por algum tempo. Atendimento em aproximadamente 90 min.

Não urgente

Pacientes que podem aguardar ou procurar atendimento eletivo. Atendimento sem estimativa aproximada de tempo.

Pacientes em estado de emergência têm prioridade e poderão passar na frente de outros pacientes que estão na fila de atendimento.

O Pronto Atendimento é um serviço exclusivo de emergência. Por isso, não realizamos:

  • Atendimentos eletivos, como investigação de queixas crônicas.
  • Emissão de atestados e exames físicos para concursos e atividades físicas.
  • Prescrição de medicamentos controlados para uso contínuo.
  • Testes de gravidez.
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Combustível para salvar vidas: doações de sangue são essenciais para manter sistema de saúde 

Pacientes que passam por cirurgias, tratamentos de câncer e atendimentos de urgência dependem de doadores para terem novas chances

Apenas 14 brasileiros em cada 1.000 doam sangue no país, totalizando aproximadamente 3 milhões de doações ao longo do ano. Cada doação é vital para pessoas como Ilza da Silva Evangelista, uma empregada doméstica de 60 anos, que experimentou a importância da solidariedade. Após ser diagnosticada com câncer de mama, Ilza precisou passar por uma mastectomia. Depois do procedimento, optou por uma reconstrução com prótese, mas enfrentou complicações devido ao encapsulamento do implante, o que resultou em dor e em uma nova cirurgia. 

“O novo procedimento foi feito com uma técnica chamada DIEP, que consiste em uma reconstrução utilizando apenas o próprio tecido da paciente, sem implante de prótese. Como a cirurgia durou quase sete horas e foi utilizado anticoagulante, um medicamento que aumenta o sangramento, foi necessário realizarmos a transfusão de sangue”, explica Alfredo Duarte, cirurgião plástico do Hospital São Marcelino Champagnat, responsável pela cirurgia da paciente. 

Importância dos bancos de sangue  

A disponibilidade de sangue compatível foi crucial para o sucesso do procedimento cirúrgico de Ilza. “Sempre achei a doação de sangue importante, porque nunca sabemos quando vamos precisar. Sou muito grata por essa atitude tão bonita. Hoje, minha filha e meu genro sempre doam e encorajam as pessoas que conhecem a fazer o mesmo. Graças a uma doação, pude me recuperar da melhor forma possível, então fazemos questão de reforçar o apoio a uma causa tão nobre”, afirma. 

Cirurgias como a de Ilza são seriamente impactadas pela falta de estoque nos bancos de sangue dos hospitais. Sem uma quantidade mínima de bolsas, a realização desses procedimentos fica comprometida, prejudicando diretamente os pacientes. “Nas situações em que não temos bolsas de sangue compatíveis, precisamos suspender as cirurgias, pois não podemos operar um paciente sem uma quantidade mínima de reserva de sangue. Não podemos correr o risco de, durante o procedimento, não dispor de sangue. O paciente pode ter complicações graves por conta disso”, explicita o cirurgião. 

Doações e saúde pública 

Além das cirurgias eletivas, a doação de sangue é crucial para o sistema de saúde como um todo, principalmente para hospitais de trauma, que lidam com casos graves e emergenciais. Em Curitiba, o Hospital Universitário Cajuru, referência no atendimento 100% SUS, realiza cerca de 147 mil atendimentos por ano — entre urgências, emergências, cirurgias e consultas laboratoriais. Devido à alta demanda, o hospital utiliza cerca de 420 bolsas de sangue por mês no atendimento aos pacientes. 

“Em casos de cirurgias emergenciais, não há como adiar. O tempo de ação é decisivo nesses cenários, e o adiamento traz risco de complicações graves na evolução do quadro do paciente. Sem o estoque de sangue adequado, o paciente tem menor oxigenação dos tecidos, comprometendo a cicatrização. Além disso, para compensar a falta de sangue, o coração e os pulmões são mais exigidos e podem não suportar esse aumento de demanda, especialmente em pacientes idosos. A chance de complicações graves aumenta e, eventualmente, pode causar a morte”, enfatiza o coordenador do serviço de cirurgia geral do Hospital Universitário Cajuru, Adonis Nasr. 

Rede de solidariedade  

Uma bolsa de sangue pode dar uma nova chance para, pelo menos, três pessoas. “Uma família de um casal e dois filhos adultos pode ajudar até 36 pessoas por ano. Uma empresa que estimula a doação entre seus funcionários duas vezes por ano pode beneficiar centenas de pessoas. É sempre importante que nós, como sociedade, incentivemos ações sociais em cadeia, estimulando a doação de sangue”, reforça Adonis. Pessoas entre 18 e 65 anos, que pesam acima de 50 quilos, têm boa saúde e, nos últimos 12 meses, não fizeram tatuagem, endoscopia ou colocaram piercing, podem doar uma vez a cada três meses e fazer parte dessa rede solidária. 

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